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Filmes esquisitos

Nós gostamos mesmo é do escurinho.


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26 Abril

Saldão de resenhas a R$1,99!!

Scoop: mais um filme preguiçoso, mais uma perda de tempo para que Woody Allen pague a pensão da ex-mulher e viva dignamente em NY.

300: o Pinto já resenhou, mas faltou dizer que os trezentos, somados, não dão um cinco, seis. Merchan explícito da Academia Esparta de Barriga Tanquinho.

Cheiro do ralo: tinha pensado no epíteto "Dostoiévski pop", mas aí me lembrei que o diretor havia feito um Crime e Castigo versão femi-Nina e não quero correr risco de acharem que é elogio. Vai bem quando anda no registro canalha, que, diga-se, também já encheu os piquás nos últimos tempos; desanda quando quer ser "intenso" (valha-me) ou "verdadeiro" (valha-me ao quadrado). Mas tem os melhores três segundos do cinema brasileiro dos últimos tempos, no diálogo entre o segurança e o sujeito que quer vender um baralho pornô: o "Tem dois reais aí?", dito pelo primeiro, é um puro e cristalino Momento de Verdade.

Cartola: comete o único pecado que este tipo de documentário não pode cometer: não é suficientemente informativo. Uma melhor dosagem de "estiloso" não faria mal, também. Mas conta com duas cenas sensacionais, uma de arquivo (Cartola cantando para o pai) e um achado/presenteado pelos deuses que regem a inglória profissão de cineasta: o boliviano, na praça, vendendo a versão flautinha de "As rosas não falam".

Niemeyer: o melhor do lote acima, ainda que excessivamente laudatório (OK, cem anos, tudo bem): custava entrevistar alguém que fizesse um reparo, uma observação à margem, uma contestaçãozinha à obra do Niemeyer? A apresentação dos projetos, que tenta ser mais ou menos exaustiva, omite coisas como o Memorial da América Latina, goste-se dele ou não, a reforma da Oca e o novo Auditório do Ibirapuera (e não há referência a quando o depoimento com ele foi feito, o que dificulta a correta apreciação). Mas leva um oito ou nove pelo esforço de dez anos para fazer o documentário: "fodido não tem vez", mesmo.
19:07:25 - Zeno - 8 comentários

02 Abril

juycy


é o ammooooorr

o combustívi do atreta.
(crdt pbrz)

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