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belas letras

já tava querendo, que só, um poste, agora vai de vez.

'cabamo de ver o docu do truebas, 2000, sobre o tar de 'leitindjáz': 'rua 54', em leitinjáz: 'calle 54'.
um frio que só, nóviórqui, e o calientíssimo en-trópico todo que se encontrou lá.

(tem uma bruta duma delicadeza aqui:
é de 2000 o filme, as torre inda aparece, parecia que a gente ía 'indo bem'...
coisa assim devia se chamar feel-me.
adiante se entende porquê porque é porquê.)

enfim, como forma de não explodir (de amor, editoria) na hora que o chucho valdez tava tocando lá, comecei a escrever o que segue adiante.

foi no netflix (s/ jabá aqui, só séc. 21, chega de escravatura massmerdia), depois de 3 dias de:

- 'noel, poeta da vila' (2006), que começa uma merda e melhora prachuchú, inda mais depois da penetração atmos-férica da camila pitanga, razão, sem dúvida, da elevação -santos adjetivos- de qualidade de todomundo na produça poética, e antropo-sociológica, da coisa,...
deve de ter dado um trabaião pros roteirista, graçadeus...

{um comentário aqui: nada como uma deusa, de verdade, p/ tirar mulecada da zonasul/oeste do conforto higienista globobeiro y neolibelesta...
e re-darcyribeirizar (ou re-dorivalcaimmizar) essa bodega toda dumavez, só}.

imperdível o debate epistemológico (gnoseológico talvez, editoria?) sobre oque é a profunda 'malandragem', entre o noel e o ismael silva.

- o 'zen de bennet' (2012), isso mesmo, nada menos do quê (c/ italiano é assim) uma delícia literalmente caseira, qualle una massa di tia, sobre o tal gravando aqueles duetos c/umonte de muleque legal (onde ele des-vela, haja literalmente, e se maravilha que só vendo, nossa musa ms. vinhodacasa), e onde começou a baixar o tino 'giustterini & brooks' de pentimentos locais.
e profundos:
o que ele conta de si-mesmo, e do que ele viveu (faz as contas: 85 em 2010+-), não cabe num mangá.
p/ dizer curto e grosso.

- mas o que matou a pau foi o truebas.

qdo os pai e filho valdez senta p/tocar junto, resolvi que esse blogue é (ou tem que ser) uma das coisa mais legal que já vi na rede:
já tinha guentado firme o que filmaram do chucho hijo fazendo o que fêz ali.
só não chorei de berrar p/ não incomodar o artista.

mas a hora que um véínho lá, o chico o'farril, falou na tranquila que 'bigband era o instrumento dele', e mostrou o cômo, o porquê e o paraquê (3 perguntas das miór filosofilha), aí começou a foder de vez.
e que luz, que roteiro esperto, que coisa...

que coisa mesmo, manda, e socorro, só porto essa mizerável escrita.
posted at 02:50:29 on 26-04-2013 by George Smiley - Category: Filmes esquisitos


Comentários

DJ Cúbano-cearense wrote:

Jorjão, os dois primeiros ainda não tive o prazer, mas o do Truebas hem? Tu teve paciência de ver nos tubinhos o do Candeal? (http://www.zeno.com.br/index.php?itemid=7258). Vou dar uma raspada no tacho do Bebo, Chucho e Chico e botar aos pouquinhos. Enquanto isso, procura ái no Netflicts o Bebo e Cigala. é de arregaçar.
26-04-2013 08:52:17

smiley on-the-end-on-week wrote:

tá uma esbórnia isso.
nem dá tempo de ver todas.
qto + (...) com-elas.
27-04-2013 03:57:09


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