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Ainda o Tururú (sic) da Florinda

Com o perdão aos leitores pelo assunto que perdura e pelo momento Rubens Ewald Filho, mas diz-se que, durante as filmagens da película em questão (vide post abaixo), a diretora teria encetado uma amitié de cuisses com a protagonista, Maria Zilda Bethlem. Diz-se que a relação findou amarga. Diz-se que o nome do filme seria nada mais que uma alusão, sabe-se lá em que nível, ao quiprocó. Mas, enfim, diz-se de tudo hoje em dia.

posted at 19:11:48 on 27-02-2005 by hubbell - Category: Filmes esquisitos


Comentários

Sorel wrote:

Momento Rubens Ewald FIlho? Pra mim tá mais pra filhote de Ratinho com TV Fama. Pô, Hubbell, fofoca sexo-amorosa?
28-02-2005 09:13:10

Sérgio wrote:

Amigo meu (também do Pinto) recebeu o casal na época das filmagens por conta de seu cargo em uma das empresas patrocinadoras. Ao final do interlúdio, gentil homme, adiantou-se para abrir a porta do elevador e levou a maior patolada. Arrepende-se até hoje de não ter perguntado qual das duas estava a fim...
E vamos parar por aqui antes de levar mais uma repreensão do Georges Sorel.
28-02-2005 11:17:32

Zeno Canoro wrote:

E ninguém vai comentar sobre o papel das cordas vocais da Maria Zilda no imaginário sonoro-erótico da garotada nos anos setenta (cargo recém-assumido pela tal Cristina Brasil, apresentadora de um programa de disáin no GNT)?
E, de passagem, observo que o Sorel aqui do blog, cuja inspiração veio do Stendhal, não acharia de todo inapropriada a referência ao enfezado sindicalista francês...
01-03-2005 07:57:59

Pinto ufanista wrote:

Eu derreto com a Cristina Brasil. Queria fazer com ela o que o Brasil faz comigo.
01-03-2005 09:11:13

Sergio wrote:

Cafuné, seo Pinto?
01-03-2005 13:11:55


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