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04 Maio

Se não der pau vai comer

Pinto, eu?

O venerando Padre Pinto, eterno muso inspirador deste blogue, presta sua homenagem aos povos nativos e, por extensão, a Huevo Morales.

(crdt da foto: Terra Magazine, mais um sítio a visitar na ronda diária)
23:50:26 - Pinto -

27 Junho

"Jesus, Jesus, Jesus é um gatinho!"

Meninos, quase não acreditei quando vi na minha TV de ectoplasma (cheia de fantasmas) as cenas do que se chamou de "1ª Rave Católica do País", ou melhor, "ElectroCristo".

Foi dia 23, ali na represa de Guarapiranga, sob os auspícios —como diria o Amaury Jr.— da Renovação Carismática Católica, uma espécie de Opus Dei que ousa dizer o nome.

Mais estupefacto —de novo, o Amaury— fiquei ao ouvir o comentário de um dos organizadores: "Aqui é só diversão: não tem bebidas, não tem sexo, não tem drogas".

Pelo que a gente anda auscultando por aí —alô, Amaury!—, esse pessoal vai na contramão da história. Consta que a vida nos seminários é bem mais roquenrou.

Nota social: Padre Pinto foi a ausência mais sentida do evento; Shelita foi a presença mais notada.
11:19:06 - Pinto -

13 Fevereiro

Disclaimer

Um homem em busca do sobrenome

Eu não tenho nada a ver com o Padre Pinto aí da foto e, se necessário, deixo meu DNA à disposição para testes.

Portanto, ao apontá-lo desde já meu candidato ao troféu Personalidade 2006 deste blogue não estou cometendo nenhum tipo de favorecimento familiar —ao contrário da turminha do Judiciário.
08:30:00 - Pinto -

18 Março

Ad majorem Dei gloriam

Vocês podem não acreditar, mas o Pinto é um homem muito pio. Daquele modelo ajoelha-e-reza todo santo dia.
Para se ter uma idéia do fervor religioso do nosso colega de redação, na sua casa, um mês antes da Semana Santa, só rola som sacro. Durante uma visita de apresentação do Fred à sociedade hipô, consegui surrupiar uma bolachinha do player do cabra. Como dizem os rapazes da Globo: confiram na sequência.

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09:31:57 - DJ Mandacaru -

17 Agosto

Ouching

Foi a reunião mais difícil de todas que participei aqui no HZ. A proposta foi do Pinto: acuado pela pressão dos leitores, o cabra afrouxou e propôs que toda a redação saísse do armário e declinássemos nossa verdadeiras identidades. Até quando mantive consciência, vi tapão na orelha, pé na boca, chave de braço e puxão de cabelo. Só fui acordado para redigir o auto de fé, que ficou assim:



Zeno
Foi quando tomou contato com o existencialismo alemão que o nosso editor-em-chefe viu sua vida virar de cabeça para baixo. Até então um promissor center-half do juvenil do Palmeiras, o nosso Zeno definiu sua missão na Terra: trazer para o metal hardcore tedesco um pouco de doçura e conteúdo. Após um doutorado em air guitar na Universidade Católica de Eichstätt-Ingolstadt (onde adquiriu o estranho hábito de encher bola de padre), Zeno tentou o show business nos EUA, no começo como valete do Sondheim. Aposentado por acidente de trabalho, tenta manter uma disciplina teutônica na redação. Em vão.



Lama
Há um coração dilacerado de amor por trás daquele ceticismo abissal. Foi um desgosto amoroso que catapultou o jovem nerd da Vila Mariana aos cumes do Himalaia, onde dedica sua vida a pastorar cabritinhas e ouvir Noriel Vilela, sua grande paixão musical, que nunca lhe decepcionou. De lá, só sai para o Brasil a cada quatro anos para tentar, debalde (tomem etc...), uma vereança em Marília e assar um porco para os amigos.



Pinto
Esse foi apenas mais um nordestino que se deixou seduzir pelo canto da sereia da migração. Bem empregado -- o homem era içador de jumento em Jeriquaquara --, ganhando como um paxá, o Pinto atracou em Sampa achando que permaneceria no ramo -- içador de ego do Justus. Demitido por excesso de oferta de mão de obra, Pinto ganha a vida animando forrós no Largo da Batata. O HZ é seu robe (de chambre, que ele nunca perdeu a finesse adquirida ainda nos seus tempos de Porangabuçu).



George Smiley
A história mais tocante daqui da redação. Algumas décadas atrás, George se chamava Jacqueline du Pré, mandava bem no cello e era a queridinha do mundo da música clássica. Apelidada de Smiley (ver foto), Jac levava uma animadíssima vida sexual, quando assim do nada, achou que estava tudo errado. Após uma bem sucedida operação de troca de sexo, Jac virou George, recolheu-se a um canavial paulista, mas manteve o apelido de Smiley. Da música, restou apenas o feio hábito de frequentar aos sábados o karaokê local.
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16:45:12 - DJ Mandacaru -