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31 Janeiro

Melhores Filmes de 2005

Alvíssaras! Jonathan Rosenbaum (já falamos tanto dele aqui que basta dizer: he's the man, ou então simplesmente digitar rosenbaum aí ao lado, na janelinha de busca) publicou a sua lista dos melhores filmes de 2005. Nós já encomendamos os DVD's do tal Jia Zhang-ke – alguém aí topa rachar uma pirataria básica, pra mó de dividir os custos?
06:51:00 - Zeno -

27 Julho

Duas freiras estão passeando no parque quando são atacadas por...

Já que nossa seção de cinema se intitula Filmes Esquisitos, segue sugestão de navegação pros tiozinhos e tiazinhas desocupados que lêem este blog: Shocking Videos, site maluco tocado por um fulano ainda mais maluco, especializado em pirataria dvdzística de filmes esquisitos de todo tipo. Uma mostra dos títulos das "seções" dos filmes à disposição para compra: Women in Prison (um gênero clássico, claro, já comentado aqui), Mexi-Madness (cê achava o Cantinflas esquisito? Dê uma olhada lá), Hicksploitation (filmes trash sobre caipiras americanos!), Nunsploitation (sensacional...), e o meu preferido, Nazi Nasties, sacanagem da grossa sempre envolvendo alguém em uniforme SS e com a seguinte advertência no site: "Devido a restrições alfandegárias estes títulos não podem ser enviados para a Alemanha".

(crdt: o meu, o seu, o nosso jonathan rosenbaum)
06:20:00 - Zeno -

31 Maio

Agonia e Glória (The Big Red One - 1980)

Quando espiei, há algumas semanas, a lista dos 10 melhores filmes de 2004 feita pelo Mestre Jonathan Rosenbaum, bateu um certo desânimo ao perceber que não vira 6 dos 10 filmes mencionados, mesmo que um deles fosse um relançamento de 1961, outro um documentário sobre Los Angeles e um outro ainda fosse de um diretor do Senegal. Por outro lado, joguei autoconfete quando vi que Million Dollar Baby (Menina de Ouro) aparecia na segunda posição e que Rosenbaum o considera o melhor Clint juntamente com White Hunter Black Heart (Coração de Caçador), opinião também deste que vos escreve - como dizia um amigo, "crítico bom é crítico que concorda com a gente". Além disso, as presenças, na lista, de Antes do Entardecer e de Colateral (este fora do grupo dos 10, mas em posição honrosa) terminaram de fazer o contentamento geral da cinefilia e contribuíram também para esquecer a escorregadela do Rosenbaum pela inclusão, em nono, da porcaria auto-indulgente do Jarmusch, Coffe and Cigarettes. Mas tudo isso só serve pra dizer que a maior surpresa de todas foi ver, em primeiro lugar na lista, o relançamento do filme The Big Red One (Agonia e Glória), do Samuel Fuller, em versão restaurada/reconstruída com 47 minutos a mais. Pensei então: "Putz, isso vai ser impossível de checar, porque essa versão não vai vir nunca pra cá". Ledo e ivo engano: está prometido pra amanhã, dia 01 de junho, o
lançamento em DVD, região 4
, do filme na versão restaurada, com extras, comentários de Richard Schickel (outro bom crítico), docs diversos e outros mimos. Um DVD duplo com um dos maiores filmes sobre a Segunda Guerra Mundial pela merreca de R$34,90! Comprem, senhoras e senhores, comprem!!
14:53:03 - Zeno -

10 Julho

Medos privados em lugares públicos (2006)

Junte um diretor de oitenta e tantos anos que já fez de tudo na vida, incluindo uma dúzia de obras-primas desde os anos cinqüenta (duas delas resenhadas aqui), um conjunto de atores de primeiríssima e um texto redondo quinem o escocês que um dos personagens bebe aos galões: o resultado é essa maravilha de filme, que proporciona aqueles sorrisos de prazer estético durante a projeção, provocados por cenas de inteligência explícita na tela. Resnais põe a câmera sempre no lugar certo, sem dificuldades, e quando usa virtuosismo, o faz de maneira discreta e inesperada: bom exemplo é a seqüência próxima do final, na imobiliária - um cenário tantas vezes filmado sempre do mesmo ângulo -, em que Resnais retira a parede dos fundos da imobilária, bota a câmera de modo a filmar os atores não mais de frente, enquadrando os móveis, as janelas e as mesas a ressaltar o absurdo cômico do arranjo espacial do escritório e dos personagens. A seco, se inquirirmos o desenho traçado pelos seis personagens ao longo do filme, nenhum deles é particularmente interessante, e é só mais uma qualidade do filme o despertar nosso interesse por personagens a princípio pouco facetados (talvez pecado de origem da peça inglesa que serviu de base ao roteiro, do mesmo autor que Resnais filmara antes no díptico Smoking/No smoking). Um e outro reparo podem ser feitos, a começar por um enxugamento que seria bem-vindo das 54 minisseqüências que compõem o filme (não, não contei; quem fez isso foi o sempre preciso Jonathan Rosenbaum em sua crítica ao filme), mas são picuinhas numa obra que esbanja inteligência. Rosenbaum, aliás, faz um comentário interessante sobre o uso aparentemente contraditório do formato cinemascope no filme, já que 99% da ação se passa entre quatro paredes, o que tornaria desnecessária a generosidade do retangulozão de 1 para 2:35 do scope. Meu palpite é que se trata de mais uma virtude pública do filme adaptada a lugares privados - saia de casa, caro leitor, cara leitora, e vá agora mesmo para o cinema público mais próximo para ver com os próprios olhos e neurônios.
10:38:41 - Zeno -

04 Março

Menina de Ouro (2004)

Com quinze minutos de filme, eu estava às lágrimas, não tanto pelas "apelações" dramáticas, que sequer haviam começado, mas pelo conjunto insuperável de roteiro perfeito, decupagem e enquadramentos de mestre e um trio invulgar de atores. Depois de ouvir nos últimos dias todo tipo de besteirada sobre o filme (incluindo um artigo estúpido do New York Times que fala em triunfo da senilidade, isso vindo de um jornal que tradicionalmente valoriza a cretinice no setor crítica cinematográfica – lembremos apenas do nada saudoso Vincent Canby e da deslumbrada Janet Maslin), resolvi usar o bom e velho argumento de ôtoridade pra resolver a pendenga: com vocês, a capsule do Sábio Jonathan Rosenbaum (citado à exaustão aqui em nosso botequim) para o filme do Clint. Uma versão mais longa do texto, relacionando o "Menina" ao "Aviador", encontra-se aqui.

"For all his grace and precision as a director, Clint Eastwood (like Martin Scorsese) operates at the mercy of his scripts. But this time he's got a terrific one, an unorthodox love story and religious parable adapted by Paul Haggis from stories in F.X. Toole's Rope Burns. Eastwood plays a gym owner who reluctantly agrees to train and manage a 31-year-old hillbilly woman (Hilary Swank) who wants to box, while Morgan Freeman, as an ex-fighter who helps him out, supplies the voice-over narration. Eventually this leads to a few awkward point-of-view issues, but the past-tense narration enhances the sense of fatality. Haggis's dialogue is worthy of Hemingway, and the three leads border on perfection. As grim as The Set-Up (1948) and Fat City (1972), as dark and moody as The Hustler and Bird, this may break your heart".
13:38:34 - Zeno -

22 Abril

O Mundo (Shijie, 2004)

mundão véio com porteira

Perguntas:

-- que filme recente pede duas, três revisões para que se entenda o tiroteio de idéias que ele propõe?

-- que filme recente traz enquadramentos arquitetônicos tão magníficos que fazem a gente pensar que o Antonioni ressuscitou na província de Shanxi, norte da China?

-- que filme recente se propõe a discutir a noção de que o significado de uma cena depende de um quadro de referências instável, que se renova e se refaz, em que a imagem A pode tanto significar o objeto A quanto o objeto B, inclusive à medida que um travelling acontece?

-- que filme recente é capaz de nos oferecer rimas visuais (de temas, de enquadramentos, de locações) a cada cinco, dez minutos, montando um mosaicão em que cada pedaço às vezes ecoa, às vezes alude, às vezes determina recíproca e rigorosamente a posição de um outro pedaço?

-- que filme recente traz tudo isso e ainda encontra tempo para discutir o estado atual do capitalismo chinês, a solidão das grandes cidades, o êxodo do campo, a alienação do trabalho, a incomunicabilidade das pessoas (exponenciada pelo uso do celular) e mais uns dois ou três pitacos debordianos sobre o simulacro, o original, a cópia e outras mumunhas?


Resposta: por enquanto só um, o citado no título do post, dirigido pelo chinês Jia Zhangke (ou Zhang Ke) em 2004, cuja existência e qualidade havíamos suspeitado em conversa anterior aqui no botequim, e que só agora pudemos conferir por descuido da ignorância que deu uma trégua. Dissemos só um mas o número pode aumentar, porque baixamos a filmografia completa do rapaz (nascido em 1970!) e mais pepitas devem rondar por lá. Pra citar frase do queridinho do blog, o crítico Jonathan Rosenbaum, "maybe the biggest achievement of the movie is that it actually lives up to its title".
17:25:49 - Zeno -

31 Maio

Nuit et Brouillard (1956)

Lançado em DVD no ano passado pela Criterion americana, este é o mítico documentário de Alain Resnais, o último dirigido por ele antes de passar aos longas de ficção (com “Hiroshima, Meu Amor”), e que trata dos campos de concentração alemães com um rigor ético e estético poucas vezes igualado e nunca superado, mesmo que o assunto tenha produzido uma tonelada de filmes nas décadas seguintes. Nas palavras do melhor crítico norte-americano de cinema dos últimos e não tão últimos tempos (ele tá na ativa desde os anos setenta), Jonathan Rosenbaum, os 31 minutos do curta-metragem de Resnais fazem “A Lista de Schindler” parecer desenho animado. O título, Noite e neblina, vem do título do livro de Jean Cayrol, Poèmes de la nuit et brouillard, que por sua vez tirou a expressão do nome do decreto alemão, Nacht und Nebel, que estipulava a deportação para locais secretos de pessoas acusadas de conspirar contra o regime nazista. Ex-prisioneiro do campo de Maithausen, Cayrol escreveu o texto que acompanha as imagens do filme, e o restante da ficha técnica é um who’s who do que seria o cinema francês nas décadas seguintes: o produtor Anatole Dauman tem no currículo filmes de Godard, Schlöndorff, Wenders e foi quem bancou a grana para que Oshima fizesse “O império dos sentidos” e a continuação “O império das paixões”. A fotografia é de Ghislain Cloquet, que depois faria “Le Trou”, do Becker, “Trinta anos esta noite”, do Malle, “Mickey One”, do Arthur Penn (resenhado aqui no blog) e “Tess”, do Polanski. Como assistente de Cloquet, Sacha Vierny, que fotografaria depois “Bela da Tarde” e os filmes de Peter Greenaway. Como assistente do próprio Resnais, Chris Marker, que mais tarde ficaria conhecido por seus filmes-ensaio, misturando ficção, discussão teórica e documentário, como “La jetée” (que inspirou a trama de “O exterminador do futuro”). O remate dessa ficha técnica impressionante é a música contida e distante que comenta as imagens do filme, composta por Hans Eisler, antigo colaborador de Brecht.

(da série Semana do Cinema Francês Esquisito no Hipopótamo Zeno)

(agradecimentos a jpcv, pelo presentão)
16:12:43 - Zeno -

02 Janeiro

Cinema, Janeiro e Férias

Recebemos correspondência e-mailística pedindo dicas/sugestões fílmicas para o modorrento mês de janeiro que se inicia e nos ameaça com sua inexpressividade. Como estamos a seguros duzentos quilômetros de distância, e sem contato com a civilização a não ser exemplares avulsos de O Estado de S. Paulo (ou seja, homenageando involuntariamente o grande Paulo Emílio e sua conhecida definição, "meus sonhos juvenis de suprema elegância, poder e cultura tinham-se reduzido a um nível bem paulista"), ficamos com duas possibilidades: criticar, pelo cheiro, os filmes em cartaz ainda não vistos, ou criticar, pelo cheiro, as duas listas de melhores filmes de 2005 publicadas pelos dois críticos do centenário matutino (embora não tenhamos visto alguns dos filmes escolhidos, o que só torna os achismos mais divertidos). Façamos as duas coisas: [Leia mais!]
18:10:36 - Zeno -

16 Agosto

Dalva e Dito

No desfecho do seu "Um banquete de palavras" (infelizmente esgotado aqui há alguns anos), Jean-François Revel elabora um enunciado que cito de memória: a busca pelos sabores mais simples os tornará cada vez mais sofisticados, inacessíveis e caros.

Dalva e Dito, o novo restaurante de Alex Atala, persegue à risca esse enunciado, sobretudo a última parte dele. Atala, seguramente o chef brasileiro de maior sucesso internacional, não precisa mais provar nada a ninguém. Seu D.O.M. frequenta por anos consecutivos listas dos melhores restaurantes mundiais ("É o pior dos melhores", diria um abusado amigo meu, vocês não conhecem, não). Logo, não se compreende por que a ênfase na (falsa) modéstia ao conceituar sua nova casa, dedicada ao "sabor genuinamente brasileiro": "recuperar tradições familiares", "despretensioso", "comfort food", "sem pagar tanto" e outras baboseiras. Expressões tão vazias (ou tão "autênticas", nesta acepção) quanto o pseudodespojamento do lugar.

O ambiente, assinado por outro festejado craque, Marcelo Rosenbaum, tem todo o mérito: é belíssimo e deixa os convivas à vontade sem requerer para um manual de instruções para tanto (o site profissa, aliás —repare no painel à Athos Bulcão que pontifica no local—, transpõe muito bem o restaurante para o mundo virtual). O projeto é, esse sim, algo tão bacana que quase trai sua proposta, senão porque é justamente a arquitetura o que permanece na memória depois da refeição. Um frango na brasa apenas bom, um filé correto, um leitão acima da média, mas "tudo trivial demais", como resumiu minha comensal, não sem acrescentar que a conta —cem reais per capita, sem as bebidas— passa longe da trivialidade. Isso tudo arrematado por um serviço atencioso, ainda que atrapalhado, e muito lento.

Pois é nesse entorno, em busca dessa simplicidade há muito perdida (ou jamais possuída, melhor dizendo), que acorrem personalidades mais ou menos conhecidas, parecendo egressas da mesma matriz fabril, com aquela expressão blasé de enfaro que deveria em tudo destoar da decantada proposta do Dalva e Dito, e no entanto não destoa: complementa-a e parece, paradoxalmente, o mais autêntico de tudo ali. À saída, uma fila de três veículos no (perdão, leitoes!) valet —uma BMW, um Porsche Cayenne e uma Ferrari— me trouxe de volta ao mundo real repondo nos seus devidos lugares, pelo menos na minha mente, o significado de palavras como "simplicidade", "pretensão" e "despojamento".

Nota: 6,0 miojos, pretendendo ser 10.
20:20:36 - Pinto -

11 Setembro

Festival de Veneza 2006

O vencedor do Leão de Ouro deste ano é o cineasta chinês Jia Zhang Ke, com o filme Still Life (Sanxia Horen). Pra quem, compreensivelmente, não está ligando o nome à pessoa, colocamos no Leia Mais três capsules escritas por Jonathan Rosenbaum de três filmes dirigidos por Zhang Ke nos últimos anos. Há alguns meses, encomendamos os filmes em DVD para nosso comentarista viajante Tio Ethan, que, em ato de generosidade autodirecionada, comprou os filmes e resolveu guardá-los para si. Um típico negócio da China. [Leia mais!]
09:21:10 - Zeno -

09 Janeiro

Filmes de 2006

E começou a temporada de caça às listas de melhores filmes do ano passado. Neste link, cortesia do pessoal da revista Contracampo, a lista completa dos filmes exibidos no ano passado, na praça do RJ (mais ou menos a mesma de SP). Diletantismo ou perversão, acho sempre prazeroso passar os olhos e descobrir quantos filmes novos vi no ano passado – fica o convite para o nosso público fazer o mesmo. Do total de uns 320 filmes, vi apenas 37, o que desqualifica de antemão meus pitacos – uêba. Dos filmes ditos independentes ou de circuito alternativo, nada memorável a registrar – bom, vá lá: Caché, do Haneke, tinha boas idéias. Do cinemão, duas obras-primas, Cassino Royale e Munique, e dois na trave, Flags of Our Fathers (que ainda não estreou comercialmente) e Piratas do Caribe 2. E é só.
Já a lista do Jonathan Rosenbaum, nosso guru de sempre, não dá nem pra postar como fizemos em anos anteriores (2004 e 2005), tamanha a quantidade de filmes que não chegaram aqui. A lista da revista Film Comment, reproduzida na íntegra no Leia Mais abaixo, foi citada no blog de cinema da Ilustrada da Folha de S. Paulo. [Leia mais!]
19:07:05 - Zeno -

05 Julho

Mr. Arkadin/Confidential Report

Melhor que o Ronaldinho Gaúcho

Vale cada caraminguá, principalmente se for para curtir a ressaca da Copa: por 50 doletas, no site da Criterion, por 40, no site da Amazon , ou por 217 reais na minha, na sua, na nossa CD Point, pode-se levar pra casa a demente edição especial que a Criterion preparou para o filme "Grilhões do Passado", do Orson Welles. O pacotão vem com três DVD's, cada um apresentando uma versão/corte diferente do filme + um livro (!), o romance que Welles teria escrito (ou não) a partir do roteiro do filme e de uns scripts para uma série de rádio inglesa. Mesmo quem não conhece o filme, e no ranking dos melhores filmes do Welles ele não deve figurar lá em cima, já deve ter ouvido falar da cena em que Welles, mais uma vez fazendo um papel-maior-que-a-vida, recita num baile de máscaras a fábula do escorpião e do sapo ("Mas por que você me aferroou?", pergunta o sapo quando os dois estão afundando no rio, "I can't help it; it's my nature", responde o escorpião). Há muitas outras falas memoráveis, (cito de memória - sic) "Infelizmente a atividade criminosa tem estado nas mãos de amadores há mais de dois mil anos", ou a minha preferida, a fulana pergunta prum sujeito "Você se lembra de mim?", e ele responde "Nunca me lembro de uma mulher bonita. They're too expensive". Somente o imbróglio da autoria do livro citado e das diferentes versões dá para alimentar várias noites de cinefilia insone, sem contar que os extras, ah, os extras, são de babar: entrevistas com um monte de gente, incluindo um ótimo depoimento do ator Simon Callow (de Quatro Casamentos e um Funeral), que tem um livro sobre Welles publicado, cenas não incluídas em nenhuma das versões, três episódios da série radiofônica, comentários em áudio do queridinho aqui do blog, o maior crítico americano em atividade, Jonathan Rosenbaum (que está prestes a lançar um livro sobre o Welles), etc, etc, cliquem-nos-links-e-vejam-por-conta-própria-etc. Como não poderia ser diferente numa edição da Criterion, a qualidade da imagem nos 3 DVD's é espetacular, e ainda de quebra você resolve de uma vez por todas como é que se pronuncia um dos títulos do filme: é Mister ArkÁdIn, e não Arkadã. No Leia Mais abaixo, o longo artigo de J. Hoberman que está no folheto dos DVD's e que é das melhores coisas que li sobre Welles nos últimos anos. [Leia mais!]
00:12:42 - Zeno -